Anéis, muitos anéis

sábado, 20 de setembro de 2008

Perdoar nada, pois eles sabem o que fazem.

Disse o repórter do programa CQC, Danilo Gentilli, que o rodeio consiste num animal solto numa arena, tentando se equilibrar num touro ou cavalo.

Brilhante definição.


Logo na pré-escola aprendi a clássica divisão dicotômica entre animais racionais e irracionais, sendo nós humanos pertencentes ao primeiro grupo e o restante ao segundo.


Porém, quando vejo cenas de rodeios na TV, percebo que a divisão não é tão cristalina assim. Afinal, quem é o irracional entre o touro e o peão?


Pergunto-me qual seria a diversão em estrangular filhotes de vaca ou tentar se equilibrar num animal p. da vida, com corda lhe apertando a região escrotal, tendo ao fundo uma massa de estúpidos conduzida por um pateta gritando no microfone com voz de diarréia e fazendo versos de vendedor de abacaxi?


Apesar de ser considerado modalidade esportiva por lei, certo é que o rodeio é um esporte para fracos e covardes. Fracos porque o maior esforço é feito pelo animal de baixo, sendo que ao de cima resta apenas ter sorte do bicho estar bem nervoso, pulando feito louco, e se equilibrar por 8 segundos.


Covarde porque o peão se utiliza de uma quadrilha para irritar o animal preso num cubículo antes de entrar na arena e de uma parafernália de instrumentos para fazer o bicho pular.



E quando o imbecil cai ou sai do lombo do animal, foge correndo feito uma gazela de chapéu, tendo que ser socorrido por seu superior na escala evolutiva, o PALHAÇO.



E a indumentária do peão? Calça jeans apertando a bundinha, botinha, luvinha pra não machucar a mãozinha, protetor para não machucar o peitinho e a perninha, fivelão brilhante. Depois os ginastas olímpicos, patinadores do gelo e bailarinos é que são, digamos, “diferentes”...



Dentre as inúmeras técnicas e instrumentos para fazer o animal pular, estão o sedém, espécie de cinta amarrada na virilha do animal, puxada com força comprimindo a região dos intestinos e prepúcio; esporas acopladas às botas dos peões para golpear a cabeça, pescoço e baixo ventre; peiteira, que é uma corda amarrada fortemente atrás da axila; sinos colocados na peiteira, cujo barulho irrita sobremaneira o animal; objetos pontiagudos como anzóis, pregos e arames colocados sob a sela; choques elétricos e mecânicos aplicados em partes sensíveis; pimenta e terebentina introduzidos no corpo ou aplicados em ferimentos do animal antes do mesmo entrar na arena.




Isso nas provas de montaria. Em relação às provas de laço, interessante o laudo exarado pelo perito veterinário nos autos da ação popular aforada no Juízo da Comarca de Jaguariúna, em 2.003: “(...) quando fugindo da condição que foi imposta a ele, é laçado [bezerro de 40 dias de idade], sofre um tranco, podendo ocorrer danos no seu pescoço, causando lesões leves, graves ou gravíssimas, reversíveis ou irreversíveis, podendo até leva-los à morte”.




Sobre o tema, depoimento do médico veterinário E. J. Finocchio, publicado em março de 1990, na revista The Animals Agenda: “Testemunhei a morte instantânea de bezerros após a ruptura da medula espinhal. Também cuidei de bezerros que ficaram paralíticos e cujas traquéias foram total ou parcialmente rompidas. Ser atirado violentamente ao chão tem causado a ruptura de diversos órgãos internos, resultando em uma morte lenta e agonizante”.




Ainda em relação à ação pular anteriormente citada em Jaguariúna, o perito relata que “Alguns cavalos e touros possuíam cicatrizes antigas e recentes, decorrentes do uso de equipamentos como sedéns e esporas. Havia cavalos com cicatrizes na região frontal da cabeça, ocasionadas por traumas ocorridos dentro dos bretes. Tais cicatrizes podiam ser vistas a olho nu e houve filmagem durante as provas em que se constatou que enquanto os animais aguardavam a saída para arena, eram tomados de muito estresse, pois se debatiam com muita freqüência.


À luz de nossa legislação, não há dúvida que a prática de rodeio é inconstitucional e ilegal, por ser totalmente contrário ao exposto no artigo 225, §1º, VII da Constituição Federal, sendo obrigação do Estado primar pelo ambiente sadio e equilibrado, vedando-se práticas que submetam os animais a crueldades. Já pelo Decreto-Lei nº 24.645/34 e a Lei de Crimes Ambientais (Lei 9.605/98), pode-se considerar esse esporte como crime de maus-tratos.


Alguns metralhas defensores do crime de rodeio defendem a tese de que o dito esporte atrai multidões e gera renda, emprego, blá-blá-blá.


Isso não tira a imbecilidade do “esporte” e dos seus praticantes e admiradores. É só rever as reportagens recentes sobre o rodeio de Barretos. Notem o tipo de pessoa que acompanha esse tipo de evento, seu modo de se expressar, de conversar, as músicas que ouve. É repugnante.


Ademais, é de suma importância ser ressaltado que todas as atividades ilegais normalmente são extremamente lucrativas, a exemplo do tráfico de drogas, de animais silvestres e comércio ilegal de armas, porém esse lucro não justifica a prática dessas atividades.


Neste sentido, as considerações do ilustre Promotor de Justiça Dr. Laerte Fernando Levai, in Parecer sobre os rodeios, boletim do IBCCRIM de fevereiro de 2000, citando a obra “Cruéis Rodeios – a exploração econômica da dor”, de Vanice Teixeira Orlandi: “Não se pode aceitar a tortura institucionalizada de animais com base na supremacia do poder econômico, nos costumes desvirtuados ou no argumento falacioso de que sua prática se justifica em prol do divertimento público, sob pena de se adotar a máxima maquiavélica de que os fins justificam os meios”.


Lembremos, finalmente, que o tal lucro que dizem ter por conta dos rodeios é algo que ficará concentrado nas mãos de poucos, e que as conseqüências para as populações locais podem ser desastrosas, pois a cada rodeio realizado em Barretos/SP, por exemplo, o número de crimes aumenta de forma estrondosa (de 10 furtos registrados por mês, sobe-se para 600 durante os poucos dias de evento). Sem contar com a poluição trazida à cidade (muitos carros, música assustadoramente alta, alta produção de lixo), além do prejuízo de serviços básicos à população, faltando água, tendo hospitais lotados de pessoas em coma alcoólico ou feridas por brigas,atropelamentos, quedas...



Yes! Yes! Yes!


Já passou o tempo da população e de seus representantes no Legislativo, no Executivo e no Judiciário evoluírem e, finalmente, perceberem que a utilização de animais para a satisfação do ego humano é algo totalmente ultrapassado.


Não há glória alguma em receber aplausos e em incitar uma atividade que gera sofrimento, agonia e até mesmo a morte.




Inúmeros são os esportes praticados com montarias que são totalmente diferentes, como o hipismo e o pólo, em que o cavalheiro e cavalo são chamados de conjunto, pois são parceiros. Até mesmo nos ditos rodeios podemos acompanhar provas de tambor, sem sofrimento imposto ao animal, requerendo mais técnica do que força ao praticamente.


Há harmonia entre homem e animal. O animal gosta da atividade, do esporte, ao contrário do deprimente rodeio, em que um animal é torturado mediante aplausos da massa que estaria melhor situada na roma antiga, onde a diversão se resumia em assistir à morte de prisioneiros em lutas contra leões e tigres ou crucificados em colinas, sempre sob os aplausos do povo.



* Obs. Algumas informações foram tiradas da comunidade “No rodeio torço pelo touro” do Orkut e no site odeiorodeio.com.br

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Da série: Pequenos casos, grandes julgamentos

Igreja indeniza casal

A 17ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais condenou a Mitra Arquidiocesana de Belo Horizonte a indenizar um casal de comerciantes, por danos morais, pelo fato de seu casamento ter sido celebrado com descaso e pressa pelo padre, que não deu nem mesmo a bênção final.

A indenização foi fixada em R$ 2 mil. O casamento foi celebrado no dia 14 de outubro de 2005, na Igreja Santa Luzia, no Barreiro. Segundo os noivos, o casamento estava marcado para as 20h30, mas quando o noivo chegou à igreja, o padre já estava enfurecido, afirmando que a cerimônia estava marcada para as 20h e que não iria celebrar o casamento, pois os noivos estavam atrasados.

De acordo com seu depoimento, a noiva foi avisada do tumulto quando ainda estava no salão de beleza e teve que sair às pressas sem acabar de se arrumar. Ao chegar na igreja, ela tentou argumentar com o padre que havia ocorrido um erro da secretaria da igreja, que passou para ele equivocadamente o horário das 20h.

Entretanto, ele estava irredutível e nervoso, inclusive chamando-a de inconseqüente, irresponsável e cara-de-pau e que iria celebrar o casamento em cinco minutos. Segundo alega o casal, o padre celebrou o casamento em pouco mais de 15 minutos, tirando a batina, no próprio altar, sem dar a bênção final. Ainda saiu da igreja tratando a todos de forma grosseira, impedindo os músicos contratados de fazer a apresentação final.

O casal ajuizou uma ação pleiteando indenização por danos materiais, pois teriam ficado tão abalados que cancelaram a recepção já marcada. Pediram também indenização por danos morais, pelo constrangimento causado a eles e a todos os convidados e a destruição de um dia tão especial.

O padre, por sua vez, comprovou que o casamento estava marcado para as 20h e alegou que os noivos chegaram atrasados. Ele argumentou ainda que, para compensar a falta da bênção final, ele providenciara uma bênção por escrito do Papa Bento XVI.

O juiz de 1ª instância negou a indenização por danos materiais, por falta de provas e entendeu que o ocorrido não chega a configurar danos morais.

O casal recorreu ao Tribunal de Justiça. A turma julgadora, formada pelos desembargadores Luciano Pinto, relator, Márcia de Paoli Balbino e Lucas Pereira, reformou a sentença de 1ª Instância, em parte. Eles negaram a indenização por danos materiais, ponderando que realmente não houve sua comprovação. Entretanto, julgaram cabível a indenização por danos morais.

Segundo o desembargador Luciano Pinto, "pelas provas dos autos restou configurado que na cerimônia do casamento faltaram duas partes essenciais: a homilia, conforme o próprio padre confessou, e a bênção final, de acordo com depoimento testemunhal". Para o relator, "mesmo sendo a homilia parte essencial para a validade da cerimônia do casamento, a meu ver, sua ausência não macularia o ato, mas a falta da bênção final, essa sim compromete as expectativas dos noivos, causando-lhes forte frustração".

Considerando a falta da bênção final e o abalo sofridos pelos noivos, o relator condenou a Mitra Arquidiocesana a indenizar o casal em R$ 2 mil, por danos morais. Com relação à bênção papal, anexada ao processo, o relator concluiu que ela não anula a conduta do padre quando não concedeu a bênção final no casamento, nem a conseqüente frustração sentida pelos noivos no dia da cerimônia.

Fonte:http://www.tjmg.gov.br/anexos/nt/noticia.jsp?codigoNoticia=10645

E falando em padre que virou notícia, tem aquele balonista maluco que sumiu. Neste caso quem julgou foi Ele, sem direito a recurso.

Antes de desaparecer de vez, o padre foi visto em vários lugares.










Segundo informações, na penúltima vez que foi visto o padre estava bem alto:



Já a última vez que foi visto, informações dão conta que o maluco estava bem baixo, até demais:



E tem aquele outro padre, que aguarda julgamento Dele também:


Poi Zé...

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

A pregação da antipatia na terra da alegria

Quantos aos outros papagaios eu não sei, mas o meu possui uma inteligência fora do comum, pois além de falar, descobri que o bicho lê.


É que ontem, Pavarotti, com suas pequenas necessidades noturnas e matinais, emoldurou um artigo de um jornalzinho que forrava seu puleiro, como se quisesse chamar atenção aos desavisados sobre o conteúdo do escrito.


Diante de tão explícita chamada, sem tirar o forro do puleiro fui ler o texto, quando verifiquei se tratar de uma desorientada tentativa de reserva de mercado em favor próprio, escrita por um empregado de um receptivo de turismo local.


Pavarotti é um papagaio que fica uma arara quando acham que ele é burro


A intenção principal do artigo é impingir um sentimento de medo e culpa na população de Carrancas, dizendo o choroso missivista que tudo o que acontecer de errado com o turista terá como culpado aquele que, na maior boa vontade, informar o turista quando solicitado.


Simplesmente quer o autor acabar com uma das maiores virtudes consolidadas do morador daqui e alvo de rasgados elogios dos turistas, que é a paciência de informar como chegar às pousadas e nos atrativos, já que inexistem placas indicativas.


Caso o solícito cidadão cometa o crime de tratar bem o visitante, coloca o autor, sobre suas costas e como se rogasse uma praga, toda a responsabilidade se o turista que informou deixar lixo nas cachoeiras, se perder ou sofrer um acidente.


Como alternativa, propõe o autor para que nos tornemos, todos, antipáticos politicamente corretos e, gratuitamente, sejamos homens-sanduíches fazendo propaganda de agências de turismo local.


Conforme pretende o ilustre, funcionaria assim:


Turista: - Meu senhor, bom dia. Por favor, que horas são?


Cidadão antipático politicamente correto: - Bom dia. Pergunte na agência de turismo.


Seria assim mesmo, caso alguém da cidade caísse na balela da “responsabilidade-por-tudo-de-ruim-que-acontecer-com-o-turista”. O autor quer que você, pacato cidadão, seja um boneco de neve, gélido, calado e com cara de imbecil. Quer que fique tenso quando lhe perguntarem as horas, pois caso seu relógio estiver adiantado, e por causa da hora errada que você falou o turista perder o ônibus e vir a ser atropelado na rodovia quando pedia carona, você será o responsável!!! Seu criminoso!!! Merece apodrecer na cadeia!!! A partir de agora, dar hora errada ou qualquer informação aos turistas é passível de prisão perpétua!!! Está proclamada a República dos Bonecos de Neve.


Ô sêo Boneco, diz aí onde fica o parquinho!


Ora, qualquer um sabe que na cidade há três tipos de atrativos: Aqueles cuja presença de um guia é imprescindível; aqueles que não necessitam de guia; e aqueles que o turista pode até chegar sozinho, mas perderá a oportunidade de conhecer as peculiaridades do local caso estivesse na companhia de um condutor.


Por exemplo, ninguém precisa de guia para conhecer a Cachoeira da Fumaça, mas o turista, sozinho, certamente deixará de conhecer a Cachoeira da Serrinha, por desconhecimento de sua existência ou por não saber como encontrá-la.


Não há como fazer a volta de bike da Estação Paulo Freitas, com seus 82 Km, sem a condução de um guia.


Já o Poço do Coração, o Moinho, a Esmeralda são atrativos que não precisam de guia, por estarem em locais de fácil acesso e com trilhas bem demarcadas. Eu é que não vou deixar de indicar esses locais só por que alguém quer fazer reserva de mercado. Não me tornarei um jeca-tatu no trato com os turistas. Quem decide se deve contratar um guia é o turista e mais ninguém.


Conforme disse o autor, Carrancas possui ótimos guias. Esses, inclusive, são procurados diretamente por grupos e contratados antecipadamente por telefone e mediante depósito bancário. Por quê? Porque fizeram nome, são capazes, gostam do que fazem e não enxergam o turista como um saco de dinheiro apenas. Quem tem competência é que se estabelece.


Certamente o autor se recordará conosco que guias totalmente irresponsáveis e despreparados quase causaram uma tragédia nesta última passagem de ano, quando fizeram com que um grupo de turistas passasse um reveillon perdido na mata, à noite, correndo risco de queda em abismo, picada de cobra, ataque de abelhas, retornando às suas pousadas já altas horas da madrugada, onde não tinham sequer onde comer.


Noutra ocasião, eu mesmo presenciei um acidente numa trilha, em que uma turista quebrou o tornozelo na minha frente, na Cachoeira da Serrinha. O guia ficou totalmente perdido, sem saber o que fazer. Não havia carro de apoio, rádio, nada. Sorte que me prontifiquei a levá-la de carro ao hospital. Caso contrário ela estaria caminhando até hoje rumo ao hospital, que nem saci.


A propósito, os dois grupos acima eram conduzidos por guias de operadoras de turismo locais. Nesse diapasão, sinto-me muito aliviado por não ter indicado os turistas para essas “roubadas”.


Acredita o autor que, transformados em bonecos de neve, daríamos nossa contribuição para com o crescimento e organização do turismo em nossa cidade.


Mas isso não seria tarefa precípua da secretaria de turismo? Se nada foi feito até agora nesse sentido pela secretaria, porque justamente nós, apenas uns rapazes latino-americanos sem dinheiro no banco, a dar o chute inicial?


Uma das causas da choradeira é justamente essa, a inércia da secretaria de turismo. A organização do turismo na cidade está à deriva. A impressão que temos é que a capitã foi a primeira a pular do navio. Não há turistas. O último mês de julho foi um dos piores da história. A diminuição no fluxo de turistas e na qualidade dos mesmos é voz corrente em Carrancas. É ponto pacífico.


Yo no creo em turistas, pero que los hay, los hay.


Já até quebrei a tecla de tanto bater nela, de dizer que quem está trazendo os poucos turistas para cá é a iniciativa privada. Vejo um ou outro empresário procurando trazer grupos ou se unir com um ou outro comerciante para realizar um evento.


Os raros turistas que vem pra cá sem contato prévio são disputados à tapa, e o que acontece? Acontece que o cara vem disposto a dormir no chão e se alimentar de biscoito de polvilho para economizar uns caraminguás. Um indivíduo desses jamais irá contratar um guia. E esse tipo de turista, quando se junta lá em Ribeirão das Neves pra vir pra cá em seis numa Kombi 77, quer contratar um guia por DEZ REAL, “PORQUE NÓIS SÔMO LEGAL”, E CONSEGUE, pois muitos daqueles que reclamam de que não há serviço para guias são os primeiros a se submeter à exploração.



Atrativos DIGRÁTIS, guias a dez REAL, diárias a vintão por casal, e se pedir, ainda ganha um boné do FRAMENGO. Carrancas, aqui vamos nós!.


Nessa guerra de preços jamais haverá vencedor, apenas sobreviventes descontentes com a profissão.


Por isso sempre defendi a criação de um portal com receptivo mantido pela prefeitura, com guias cadastrados que deverão passar por cursos e provas, com preço “tabelado”, e que ficariam, na temporada, de prontidão no portal (aqueles realmente a fim de trabalhar), e de sobreaviso nos dias normais.


Quanto aos receptivos privados, vou repetir que quem tem competência é que se estabelece. Que diferenciem seus serviços, que descubram outras atividades para atrair clientes. Há muito tempo deixamos de ser macacos para tornarmos homo sapiens. Esta é a diferença.


Quanto a mim, continuarei fazendo com que Caretas permaneça com a fama de contar com uma população atenciosa, indicando aos turistas onde comer, se hospedar, como chegar aos atrativos, e indicando vários e bons guias que aqui prestam seus serviços de forma exemplar. Continuarei também me apresentando aos turistas, inclusive dando meu nome completo e verdadeiro, sem me esconder atrás de pseudônimos, pois não tenho nada a esconder.


Após ler o artigo no puleiro do Pavarotti, logo abaixo da “moldura” percebi que as necessidades do louro estavam alinhadas na horizontal e bem mais moles e mal-cheirosas que as demais. Entendi a crítica, lorinho.